De mãos dadas como anjos
De corpos enlaçados como capetas
Puros humanos e suas humanidades...
Mas tu és um deus que mergulhas na água
Tu és um deus que me sentes na areia
E eu
Pura carne que teu apimentar incendeia...
Sob som de cigarras, acender de pirilampos
Sorver teu beijo, sentir teu peso
Ceder a teu desejo...
Ver teu olhar sedento transformar-te em jaguar
E a lua cúmplice ao longe de inveja enrubrecer
Sentir teu toque e teu paladar a me desvendar
Ser humana e ser deusa e explodir de prazer...
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Credo, que poeminha tosco, devo ter feito na pressa. Lembro que nesse dia conheci Xiltepin, acho... Nossa, já não lembro mais que deus foi. Não vou pesquisar no forum, esse poeminha não vale o sacrifício.
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